Argentino, novo chefe da Aiea, priorizará comunicação, inovação e igualdade gênero

O argentino de 58 anos atuou como diretor-geral adjunto de política e chefe de gabinete na Aiea de 2010 a 2013. De 2007 a 2009, ele ocupou o cargo de diretor-geral de Assuntos Políticos no Serviço de Relações Exteriores da Argentina.

Foi chefe de gabinete da Organização para a Proibição de Armas Químicas, Opaq, em Haia de 2002 a 2007. Anteriormente, ocupou vários cargos no Ministério das Relações Exteriores da Argentina.

Grossi tem doutorado em História e Política Internacional, além de mestrado em relações internacionais e diploma em ciências políticas.

Aiea

Em Sessão Especial da Conferência Geral, o diplomata afirmou que o trabalho da Aiea tem um impacto direto em questões fundamentais de guerra, paz, saúde, energia, alimentos e água.

Ele acrescentou que a agência toca “a vida de milhões de pessoas melhorando o acesso à medicina nuclear e à radioterapia, permitindo que os agricultores cultivem mais alimentos, apoiando o gerenciamento de recursos hídricos escassos, e em inúmeras outras áreas.”

Mudança Climática

Ao mencionar a questão da mudança climática, Grossi disse que a energia nuclear não faz parte do problema, mas que pode fazer parte da solução para os países que desejam usá-la.

Dados da agência indicam que a energia nuclear fornece cerca de 10% da eletricidade do mundo e contribui com um terço de toda a eletricidade de baixo carbono.

Grossi sucede Yukiya Amano, do Japão, que foi o quinto diretor-geral da Aiea. Amano foi nomeado pela primeira vez para o cargo em 2009 e morreu em 18 de julho de 2019.


Direito Internacional e Justiça

Entre as maiores conquistas das Nações Unidas está o desenvolvimento de um corpo de leis internacionais, convenções e tratados que promovem o desenvolvimento económico...