Dia Internacional promove educação e maior consciência da não-violência 

As Nações Unidas marcam este 2 de outubro o Dia Internacional da Não-Violência. Se fosse vivo, o dirigente do movimento pela independência indiano, Mahatma Gandhi, completaria 152 anos. 

Para o secretário-geral, o pioneiro da filosofia e da estratégia da não-violência é “um dos gigantes do século 20, um ícone global da paz e defensor dos mais vulneráveis”, cuja visão engloba as metas da organização. 

Verdade 

Entre as frases mais famosas do líder indiano está a descrição da pobreza como “a pior forma de violência.” Ele também defendeu que a não-violência é uma arma forte, que se combinada à verdade, “são inseparáveis ​​e se pressupõem uma à outra.” 

Escultura da Não Violência, de Carl Fredrik Reuterswärd, na sede da ONU em Nova Iorque

Foto ONU

Escultura da Não Violência, de Carl Fredrik Reuterswärd, na sede da ONU em Nova Iorque

Mahatma Gandhi disse que a humanidade nunca será forte o suficiente para ser totalmente não-violenta em pensamentos, palavras e ações. Mas deve “manter a não-violência como nosso objetivo e fazer um forte progresso nesse sentido”. 

Para a ONU, Mahatma Gandhi transcende os limites da raça, religião e em nível de Estado ou nação. 

O legado do também filósofo é celebrado “não apenas por sua adesão apaixonada à prática da não-violência e do humanismo supremo, mas como a referência sobre a qual homens e mulheres são testados”.  

As áreas em que o pensamento se pode aplicar envolvem a vida pública, ideias políticas e governamentais, além das esperanças e dos desejos para o planeta. 

Educação e conscientização 

Foi uma resolução aprovada na Assembleia Geral em 15 de junho de 2007 que estabeleceu a comemoração da data. O objetivo principal é “divulgar a mensagem da não-violência, inclusive por meio da educação e da conscientização pública”.  

O órgão reafirmou “a relevância universal do princípio da não-violência” e ainda o desejo “de se assegurar uma cultura de paz, tolerância e compreensão”. 


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