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Mais de 4,2 bilhões de pessoas vivem sem acesso a saneamento básico

Este Dia Mundial do Toalete ressalta a importância de saneamento sustentável e da mudança climática.

Em todo o globo, 4,2 bilhões de pessoas não têm acesso ao serviço. E para as Nações Unidas, a solução requer vontade política para tomar ação e enfrentar a crise global da falta de esgoto tratado.

Pnud Ghana

Em todo o mundo, 2,2 bilhões de pessoas vivem sem acesso à água e 4,2 bilhões não têm saneamento básico

Plantas

O acesso à água e saneamento para todos até 2030 é o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 6. Com a velocidade da mudança climática que gera cheias, secas e o aumento do nível do mar, os sistemas de saneamento ficam ameaçados. Desde toaletes até as fossas passando pelo tratamento das plantas.

As águas das cheias podem contaminar os poços e fontes usadas para água potável. As cheias também podem danificar esgotos e fossas levando os dejetos humanos a contaminar plantações e a causar doenças letais.

Para a ONU, o acesso ao saneamento básico é um direito de todos, assim como água limpa e lavagem de mãos para ajudar a proteger e a manter a saúde e a acabar com a propagação de doenças infecciosas como a Covid-19, cólera e a febre tifoide.

Unicef Brasil/Yareidy_Perdomo

Sem serviços de saneamento é difícil manter os hábitos de higiene recomendados para evitar a propagação da Covid-19.

Covid-19

Mais da metade da população não tem acesso a esgoto tratado. Cerca 40% dos habitantes do globo vivem sem água e sabão para lavar as mãos.

E todos os dias, mais de 800 crianças morrem de doenças como diarreia e outras infecções causadas por falta de saneamento e água contaminada.

Até 2050, até 5,7 bilhões de pessoas poderão viver em áreas com escassez de água pelo menos uma vez ao mês.


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