O SECRETÁRIO-GERAL
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13 de outubro de 2026
As nossas casas são o lugar onde dormimos, cuidamos uns dos outros e construímos o nosso quotidiano. No entanto, a forma como são planeadas, construídas e mantidas pode determinar se nos mantêm seguros ou não.
Todos os anos, milhões de casas são danificadas ou destruídas, provocando a deslocação de famílias e o aumento da pobreza, sendo que alguns dos impactos mais severos recaem sobre os idosos, as pessoas com deficiência, as famílias de baixos rendimentos e outros grupos vulneráveis.
É por isso que o tema do Dia Internacional para a Redução do Risco de Catástrofes deste ano, “A Resiliência Começa em Casa”, é tão crucial. A segurança começa onde vivemos, e a preparação no âmbito doméstico, compreendendo os riscos, tendo um plano e agindo rapidamente, pode fazer a diferença entre a vida e a perda.
No entanto, as famílias não conseguem fazê-lo sozinhas.
Os governos devem aplicar regras de construção seguras e um bom planeamento do território.
O setor privado deve investir em construção resiliente e em seguros acessíveis.
E todos, onde quer que estejam, devem poder contar com alertas a tempo de se protegerem, cumprindo o principal objetivo da iniciativa Alerta Precoce para Todos.
Precisamos também de reformar o sistema financeiro mundial para que os países em desenvolvimento tenham acesso ao dinheiro e aos recursos necessários para a prevenção.
À medida que os riscos de clima e catástrofes aumentam, construir casas mais seguras é uma responsabilidade partilhada entre governos, promotores, engenheiros e comunidades.
Juntos, vamos comprometer-nos a tornar cada casa resiliente, agora e no futuro.