
Radwa, Refugiada sudanesa
Chade
“Gosto de ajudar as pessoas porque todos precisam de apoio. É por isso que apoio outras mulheres refugiadas, para que possamos crescer juntas e ninguém fique para trás. É importante estar ao lado dos nossos irmãos e irmãs, para os ajudar a recuperar.”
Desde abril de 2023, aproximadamente 12 milhões de pessoas foram deslocadas à força dentro do Sudão e através das fronteiras, e 878.000 fugiram apenas para o vizinho Chade, onde o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) está a fornecer abrigo, alimentação, cuidados médicos e educação, bem como a realocá-las a partir de zonas fronteiriças inseguras, entre outras formas de assistência. Radwa também foi forçada a fugir do conflito no Sudão para o Chade. Combinou as suas competências empreendedoras com assistência financeira do ACNUR para começar a fazer e vender pão a partir de sua casa no assentamento de refugiados de Farchana.