Fundos foram liberados pelo Banco Mundial; dados apontam que quase metade dos afegãos sofrem com fome; FAO deve apoiar produção local de trigo e treinar agricultoras; preservação do solo, gerenciamento de água e resiliência climática também são prioridades.
Chefe de direitos humanos insere Brasil em grupo de 30 situações críticas
Michelle Bachelet, que anunciou que deixará o posto em agosto por motivos pessoais, aponta “casos recentes de violência e racismo estrutural” no Brasil; na 50a. Sessão do Conselho de Direitos Humanos ela abordou Afeganistão, Venezuela, Síria e Ucrânia entre outros países.
Mensagem para assinalar a contagem decrescente dos 100 dias para o Dia Internacional da Paz
O SECRETÁRIO-GERAL
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MENSAGEM PARA ASSINALAR A CONTAGEM DECRESCENTE DOS 100 DIAS PARA O DIA INTERNACIONAL DA PAZ
13 de Junho de 2022
Todos os anos, no dia 21 de setembro, as Nações Unidas apelam a todas as pessoas para que baixem as armas e reafirmem o seu compromisso de viver em harmonia umas com as outras.
Hoje, ao assinalarmos a contagem decrescente dos 100 dias para o Dia Internacional da Paz, esta aspiração comum é mais relevante do que nunca.
O tema deste ano é “Acabar com o racismo. Construir a paz”. O racismo envenena as sociedades, normaliza a discriminação e incita a violência. Devemos combatê-lo enfrentando o discurso do ódio, promovendo o diálogo e abordando as causas profundas da desigualdade.
Ao longo dos próximos 100 dias e mais além, vamos trabalhar para salvaguardar os direitos humanos de todas as pessoas e construir sociedades pacíficas e inclusivas. Juntos, podemos realizar a visão de um mundo livre de racismo e discriminação racial.
10 coisas que pode fazer pelos oceanos
A ciência é clara: os oceanos estão seriamente degradados.
Os oceanos são fundamentais para um planeta saudável e habitável mas estão a ser atacados por todos os lados, desde o branqueamento de corais à sobrepesca, passando pela poluição plástica.
Para assinalar a Década dos Oceanos e a Conferência dos Oceanos, eis 10 coisas que pode fazer pelos oceanos:
1. Minimize o consumo de plásticos de uso único. Prefira os sacos de pano e copos reutilizáveis
Os seres humanos produziram 8,3 mil milhões de toneladas métricas de plástico – metade disso apenas nos últimos 13 anos. Isto equivale a uma tonelada de plástico por cada pessoa na Terra. Todos os anos, entre 5 milhões a 12 milhões de toneladas métricas de plástico são despejadas nos oceanos. O plástico encontra-se em todas as partes dos oceanos, incluindo nas vastas profundezas da Fossa das Marianas. Está até mesmo no nosso sangue. Apenas uma pequena fração de plástico é alguma vez reciclada.
2. Compre alimentos de origem sustentável certificados
Dezassete por cento das proteínas animais do mundo provêm de frutos do mar, e cerca de 35 por cento dos stocks mundiais de peixe são sobre explorados. O setor da pesca precisa de melhorar a transparência e sustentabilidade das cadeias de abastecimento de produtos do mar, ao mesmo tempo que introduz medidas robustas para assegurar o cumprimento, controlo e aplicação dos regulamentos da pesca. Para ajudar, recompense os produtores e pescadores responsáveis.
3. Compre produtos orgânicos para ajudar a reduzir a utilização de fertilizantes e pesticidas industriais que são despejados nos oceanos
Mais de metade do mundo depende agora de fertilizantes de azoto e fósforo para os seus alimentos, mas a maior parte destes fertilizantes não são utilizados para o cultivo. Cerca de 10 milhões de toneladas de azoto são despejadas nos oceanos todos os anos, das quais cerca de 90% provêm de esgotos agrícolas e de águas não tratadas, o que, por sua vez, conduz ao crescimento excessivo de algas e de “zonas mortas”.
4. Ao visitar regiões costeiras, procure hotéis e operadores turísticos que tenham implementado boas práticas de sustentabilidade
O turismo representa 50% do rendimento nacional de alguns países costeiros e dos Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento (PEID). Cada vez mais países estão a definir a sua visão de “economia azul” – utilização sustentável dos recursos oceânicos para o crescimento económico, a inclusão social e financeira, com ênfase na preservação e restauração dos ecossistemas oceânicos. Considere visitar e apoiar áreas marinhas protegidas.
5. Faça todos os possíveis para minimizar a sua pegada de carbono
Conduzir e voar menos, comprar eletrodomésticos energeticamente eficientes e utilizar menos produtos “descartáveis” são um bom começo para reduzir as emissões de dióxido de carbono. O dióxido de carbono polui tanto os oceanos como o ar e acidifica a água do mar, com consequências desastrosas para muitas espécies.
6. Encoraje o seu governo a fazer mais pelos oceanos através de políticas eficazes
O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 14 – Proteger a Vida Marinha – recebe o nível de investimento mais baixo de todos os 17 ODS. Nos últimos 10 anos, a assistência à restauração e proteção dos oceanos tem sido, em média, de apenas 1,3 mil milhões de dólares por ano. O ODS 14 estabelece objetivos muito ambiciosos. Nenhum tinha sido atingido até 2020. Embora tenham sido feitos alguns progressos, ainda há muito a fazer para que a agenda dos ODS para os oceanos se realize até 2030. Os governos podem desempenhar um papel importante, responsabilizando os produtores de plástico pelos impactos a longo prazo dos seus produtos, eliminando gradualmente os subsídios destrutivos à pesca e cumprindo os compromissos do seu país ao abrigo do Acordo de Paris.
7. Participe em limpezas de praias e apoie o estabelecimento de áreas marinhas protegidas
Desfrute de um dia à beira-mar com os seus amigos e limpe o lixo e plástico que encontrar enquanto lá estiver! A Década dos Oceanos proporciona uma oportunidade para todos nós – desde cientistas naturais e sociais a detentores de conhecimentos indígenas e locais – para conceber e fornecer a ciência de que precisamos para oceanos saudáveis que beneficiem todas as espécies.
8. Compre mariscos de origem local para apoiar os “pequenos” pescadores
Cerca de 59,5 milhões de pessoas estão empregadas na pesca ou na aquicultura – a grande maioria na Ásia. O setor da pesca precisa de cadeias de abastecimento sustentáveis e transparentes e de um sistema equilibrado para os “pequenos” pescadores, que muitas vezes se encontram em desvantagem na exploração dos mercados e recursos dos seus concorrentes industriais. Apoie os seus pescadores locais, e desfrute dos mariscos mais frescos que existem!
9. Contribua doando ou/e voluntariando-se em organizações que protegem e restauram os oceanos
O mundo não pode aceitar que a saúde dos oceanos continue a piorar. Se não agirmos com urgência, a capacidade dos oceanos para suportar a vida deteriorar-se-á, afetando negativamente a economia global e as vidas e meios de subsistência de milhares de milhões de pessoas. Muitas ONGs, organizações da sociedade civil e outras estão a fazer um trabalho inovador vital para proteger os oceanos. Pesquise e apoie as organizações que o inspiram.
10. Informe-se sobre os oceanos e os desafios que estes enfrentam para o ajudar a tomar decisões informadas e para educar os outros
Os oceanos são vitais para o futuro da humanidade e a “economia azul” contribui para cerca de 2,3 mil milhões de dólares por ano para a economia global. Se os oceanos fossem um país, teriam o quinto maior PIB. No entanto, a grande maioria dos oceanos permanece inexplorado – sabemos muito mais sobre a superfície de Marte do que sobre o que acontece nas profundezas. Um maior conhecimento geral sobre os oceanos é essencial para a realização de mudanças institucionais e individuais.
ONU: vozes das pessoas com albinismo são essenciais para garantir igualdade
O Dia Internacional de Conscientização sobre o Albinismo é celebrado neste 13 de junho e neste ano, a data tem o tema “Unidos em fazer nossas vozes serem ouvidas”.
As Nações Unidas explicam que o tema do dia internacional em 2022 foca em incluir as vozes das pessoas com albinismo para garantir igualdade e inclusão.
Rara condição genética
A data também tem a meta de mostrar que celebrar as pessoas com a rara condição genética aumenta a visibilidade dos albinos em todas as esferas da vida.
Para uma pessoa ter albinismo, tanto o pai quanto a mãe precisam carregar os genes, mesmo que eles não tenham albinismo. A condição é encontrada em homens e mulheres, independentemente da etnia, e em todos os países do mundo.
O albinismo acontece pela falta de melanina no cabelo, na pele e nos olhos, causando sensibilidade ao sol e a luzes muito claras. Com isso, quase todas as pessoas com albinismo têm algum tipo de dificuldade de visão e têm mais propensão a desenvolver câncer de pele. Não existe cura para a falta de melanina que é central ao albinismo.
Ataques e assassinatos
De acordo com a ONU, estimativas mostram que na América do Norte e na Europa, uma entre 17 mil a 20 mil pessoas tem algum tipo de albinismo. A condição é mais prevalente na África Subsaariana: na Tanzânia, por exemplo, uma a cada 1,4 mil pessoas tem albinismo.
No mundo todo, as pessoas com albinismo enfrentam discriminação e estigma e em muitos países da África, chegam a ser vítimas de ataques físicos.
As Nações Unidas destacam que existem ainda mitos e superstições associadas à aparência dos albinos, aumentando a exclusão social.
Somente na última década, foram registrados centenas de ataques e até de assassinatos de pessoas com albinismo em 28 países da África Subsaariana.
Em Lisboa, Conferência dos Oceanos busca agenda “ousada e positiva”
Representantes de Portugal e Quénia, países organizadores, dizem à ONU News que é preciso conciliar agendas de iniciativas globais sobre o tema; embaixadores dos países organizadores sugerem mecanismo mundial sobre conservação e utilização sustentável dos mares.
Nações Unidas marcam Dia Mundial contra o Trabalho Infantil
A região com maior prevalência é a África com 20% de todas as crianças nessa condição; em todo o mundo pelo menos 160 milhões de menores são forçados a trabalhar e alguns com até cinco anos de idade.
Após décadas de sobrepesca, Portugal sente o declínio na oferta de sardinhas
Junho é o mês da tradicional festa dos Santos Populares, sendo o peixe fresco grelhada o prato principal das celebrações; em Lisboa, cidade que acolherá a Conferência dos Oceanos das Nações Unidas, o preço do quilo da sardinha está mais caro, com queda na oferta e na demanda.
Saiba como foi a campanha de Moçambique rumo ao Conselho de Segurança
Moçambique, que concorreu pela primeira vez ao Conselho de Segurança recebeu 192 votos; ao falar na receita do sucesso, chefe da delegação moçambicana citou a liderança do presidente Filipe Nyusi, as boas relações com a União Africana, Europa, Cplp e outros blocos regionais.
Acompanhe a conversa com Monica Grayley da ONU News.
Imagens: Televisão de Moçambique.
Acabar com a Aids até 2030 exige esforços e investimentos
Assembleia Geral da ONU fez revisão de estratégia implementado no último ano para acelerar ações contra Aids até 2030; análise do secretário-geral aponta necessidade de acesso à tratamento e fim de estigmatização; Unaids alerta que, com ritmo atual, meta não será cumprida; vírus é responsável por 13 mil mortes por semana.
Porta-voz de direitos humanos da ONU pede buscas redobradas para encontrar jornalista e indigenista na Amazônia
Escritório de Direitos Humanos das Nações Unidas condena falta de informação sobre paradeiro do britânico Dom Phillips e do defensor de direitos indígenas Bruno Pereira; escritório regional da entidade na América do Sul está monitorando a situação.
Fenômeno La Niña deve permanecer e prolongar secas e chuvas intensas
Segundo a Organização Meteorológica Mundial, OMM, o evento climático La Ninã deve continuar até pelo menos agosto e possivelmente até o outono do Hemisfério Norte e início do inverno, este ano.
Algumas previsões sugerem que os efeitos podem persistir até 2023, o que seria o terceiro la Niña consecutivo no Hemisfério Norte desde 1950. O fenômeno afeta os padrões de temperatura e precipitação e aumenta secas e inundações em diferentes partes do mundo.
Efeitos do La Niña
O evento climático é responsável pelo resfriamento em grande escala das temperaturas da superfície oceânica no Oceano Pacífico equatorial central e oriental, juntamente com mudanças na circulação atmosférica tropical, ou seja, ventos, pressão e precipitação.
Geralmente o La Niña tem impactos opostos no clima do El Niño, que é a fase quente da chamada Oscilação Sul do El Niño.
Os efeitos do La Niña podem ser observados na seca em curso no Chifre da África e no sul da América do Sul, assim como nas chuvas acima da média no Sudeste Asiático e na Australásia e nas previsões para uma temporada de furacões no Atlântico acima da média.
Ação humana
No entanto, segundo a OMM, todos os eventos climáticos que ocorrem naturalmente são agravados pela mudança climática induzida pelo ser humano, que aumenta a temperatura global, deixa o clima mais extremo e impacta os padrões sazonais de precipitação e temperatura.
De acordo com secretário-geral da OMM, Petteri Taalas, os efeitos da ação humana no clima amplificam os impactos de eventos naturais como La Niña e estão influenciando, cada vez mais, os padrões climáticos, em particular por meio de calor e seca mais intensos e o risco associado de incêndios florestais, dilúvios recordes de chuvas e inundações.
O líder da OMM afirma que previsões sazonais aprimoradas podem contribuir na redução dos impactos para população. Os dados permitem planejar com antecedência e proteger setores sensíveis ao clima, como agricultura, segurança alimentar, saúde e redução de risco de desastres.
Lembrando o objetivo de universalizar o acesso aos sistemas de alerta precoce nos próximos cinco anos, Petteri Taalas declara que a OMM está se esforçando para atingir a meta e proteger o planeta contra riscos relacionados ao clima e a água.
Presença prologada do La Niña
O atual evento La Niña começou em setembro de 2020 e continuou até meados de maio de 2022 em todo o Pacífico tropical.
Segundo a OMM, houve um enfraquecimento temporário dos componentes oceânicos do La Niña durante janeiro e fevereiro de 2022, mas voltaram a se fortalecer desde março de 2022.
Os estudos da OMM indicam que há cerca de 70% de chance de que as condições atuais de La Niña permaneçam até o verão boreal de 2022 e cerca de 50 a 60% durante os meses de julho a setembro de 2022.
Existem algumas indicações de que a probabilidade pode aumentar novamente ligeiramente durante o outono boreal de 2022 e o início do inverno boreal de 2022-23.
Unesco cria na Universidade do Porto uma cátedra focada nos oceanos
Meta da agência da ONU é ampliar investigações sobre os mares e formação a longo prazo para professores dos ensinos básico e secundário; instituição no norte de Portugal fica responsável por promover pesquisas na área.
Juventude percebe que recursos naturais não são infindáveis, diz Portugal
Os jovens de hoje sabem que os recursos naturais não podem mais ser abusados como o são pela geração atual. E por isso, estão empenhados no debate e nas ações para responder à urgência do clima.
A opinião é do ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, João Cravinho.
Futuro dos Oceanos
Ele falou à ONU News sobre as preparações do país para abrigar a 2a. Conferência dos Oceanos, que começa em Lisboa neste 27 de junho e vai até 1 de julho.
“Vai ser um evento de grande importância. Milhares, literalmente muitos milhares, de participantes, incluindo um bom par de dezenas de chefes de Estado e de governo e muitas dezenas de ministros. Portanto há boas condições para fazermos em Lisboa, no final deste mês, um conjunto de compromissos relacionados com o futuro dos oceanos. Aquilo que me pareceu o importante é, sendo hoje o Dia Mundial dos Oceanos, estar aqui a Nova Iorque para participar nas celebrações. E dizer que temos este evento em Lisboa. Quando nós olhamos para os oceanos, não basta anualmente celebrar o dia dedicado aos oceanos. Mas, pelo contrário, fazer planos concretos para o futuro”.
João Cravinho passou o Dia Mundial dos Oceanos, neste 8 de junho, numa série de reuniões e eventos na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque.
Consenso e convergência
A conferência internacional, que é organizada por Portugal e Quênia, estava marcada para acontecer em 2020, mas foi adiada por causa da pandemia. Desta vez, o cenário ainda é de desafios. Cravinho ressalta que apesar da tensão política na Europa e outras partes do mundo, o tema dos oceanos é uma plataforma de esperança que leva à união no debate.
“Um aspecto que devo dizer que é muito positivo, e que vale a pena ser sublinhado, é todos nós estamos muito conscientes de que vivemos um quadro diplomaticamente muito difícil. Temos a guerra na Europa. Temos em várias outras partes do mundo, também fontes de grande divisão entre os Estados. No entanto, parece que em torno dos oceanos nós temos aqui um tema que permite convergência. Nós não podemos resolver todos os problemas ao mesmo tempo. Alguns problemas parecem muito difíceis de resolver neste momento. O fundamental é que saibamos continuar a trabalhar naquilo que em que é possível: desenvolver plataformas de consenso. Pareceu-me que em torno dos oceanos há um bom ambiente.”
Uma das propostas da conferência em Lisboa é incrementar os planos de promoção da economia azul por parte dos países. Empregos verdes são uma fonte de sustentabilidade e crescimento econômico. Mas quando se fala de economia azul, existem muitas áreas correlatas, como explicou o ministro João Cravinho.
“De Lisboa vai sair a convicção de que nós temos de falar de combate às alterações climáticas e oceanos como ligados. Não há transição verde sem transição azul também. Um segundo o aspecto que me parece muito importante diz respeito à nova economia azul. A economia azul não é simplesmente tudo aquilo que tem a ver com o mar: pescas e tudo o que é tradicional. Tem a ver com as novas fronteiras e com novas possibilidades. Por exemplo, as indústrias farmacêuticas, a produção de bens alimentares no mar, para além dos peixes e das algas e da exploração de novas potencialidades. A utilização do mar como uma fonte de sustentabilidade para o futuro e para todas as partes do mundo, incluindo os países menos desenvolvidos. Um terceiro tema é a questão da juventude. Nós temos um gravíssimo problema de falta de justiça intergeracional. Temos um grande problema de utilização abusiva de recursos por parte da nossa geração.”
Em tempos de aumento dos casos de Covid em Lisboa e outras partes da Europa e do mundo, muitos participantes se preocupam com o protocolo de saúde e segurança do evento.
Presença internacional
O ministro dos Negócios Estrangeiros contou à ONU News que Portugal está atento aos desdobramentos da Covid no país e que deverá adotar a melhor forma de proteção dos participantes.
“Isto é uma questão que precisa de ser calibrada semana a semana, à medida que a evolução dos números se vai identificando. Felizmente, neste momento em Portugal, apesar de termos números relativamente, estão a baixar. A nossa convicção, porque faltam ainda há três semanas, é que as coisas podem mudar. Este vírus tem-nos surpreendido a cada esquina, mas a nossa convicção é que não será obrigatório, embora, naturalmente cada pessoa que preferir usar máscara estará à vontade para o fazer.”
Até o momento, mais de 15 chefes de Estado e Governo confirmaram presença no encontro que também contará com a participação do secretário-geral da ONU, António Guterres.
Moçambique teve 100% dos votos na eleição para o Conselho de Segurança
País obteve voto favorável de todos os Estados-membros presentes na votação realizada na Assembleia Geral; foram eleitos ainda Equador, Japão, Malta e Suíça; ano de entrada de Moçambique será o último da 11ª passagem do Brasil no órgão.