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Dia Internacional para a Redução do Risco de Desastres

OCHA Mark Garten

Ao longo da minha vida e carreira, visitei muitas comunidades afetadas por eventos climáticos extremos e outros perigos naturais. Do Pacífico Sul até Moçambique, passando pelas Caraíbas e outros lugares, vi o impacto devastador e transformador da emergência climática na vida de comunidades vulneráveis.

Os desastres causam um sofrimento atroz e podem acabar num ápice com décadas de avanço em desenvolvimento.

Na próxima década, o mundo investirá biliões de dólares em habitação, escolas, hospitais e outras infraestruturas. A resiliência climática e a redução do risco de desastres devem ser essenciais para esse investimento. Há um forte argumento económico para tais etapas:

Tornar as infraestruturas mais resilientes ao clima pode ter uma relação custo-benefício de cerca de seis para um. Por cada dólar investido, seis dólares podem ser poupados.

Isto significa que investir na resiliência climática cria empregos e economiza dinheiro e é a coisa certa a fazer: pode aliviar e evitar a miséria humana.

Sinto-me encorajado pela onda global de apoio público à ação climática urgente e pelos muitos compromissos assumidos na recente Cimeira de Ação Climática.

Todos nos devemos agora focar em ambições maiores. Peço ao mundo que intensifique os seus investimentos até 2020 e garanta que a redução do risco de desastres esteja no centro da Década de Ação. Vamos todos fazer o que está ao nosso alcance para uma maior ambição em ação climática, a redução de riscos de desastres e para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Dia Internacional da Rapariga

ACNUR / K. Mahoney

Hoje, mais de mil milhões de meninas com menos de 18 anos estão prontas para enfrentar o futuro. Todos os dias, desafiam estereótipos e quebram barreiras. As meninas estão a organizar e a liderar movimentos para lidar com questões como o casamento infantil, a desigualdade educacional, a violência e a crise climática. Como o tema deste Dia Internacional este ano indica, estão a demonstrar que não se limitam a um guião e que são imparáveis.

Neste dia internacional, comemoramos as conquistas alcançadas pelas raparigas, com elas e para elas, desde a adoção da Declaração e Plataforma de Ação de Pequim, uma agenda política abrangente para o empoderamento de mulheres e meninas. Ao longo de quase 25 anos, temos visto que são cada vez mais as raparigas que frequentam a escola e terminam os estudos, assim como as que adquirem os conhecimentos necessários para se destacarem no local de trabalho. São cada vez menos as que se casam ou têm filhos enquanto crianças.

Não é aceitável que as meninas tenham de renunciar aos seus sonhos ou que sejam levadas a acreditar que não os conseguem realizar.

No entanto, muitas ainda são impedidas por normas de género prejudiciais que influenciam tudo o que fazem: se, quando e com quem se casam, se frequentam e completam a escola, se têm acesso a serviços de saúde ou se podem trabalhar, entre muitas outras. Duzentos milhões de meninas e mulheres são submetidas à mutilação genital feminina. Três em cada quatro vítimas de tráfico de pessoas são mulheres e meninas. Os conflitos forçam milhões à violência, à incerteza e ao desespero.

Para garantir que todas as meninas possam alcançar o seu potencial, são necessários esforços e investimentos concertados, investir em saúde e segurança e fornecer-lhes competências para os século XXI. Por cada ano do ensino secundário que uma rapariga frequente, o seu poder aquisitivo pode aumentar até 25%. Se todas as meninas e meninos completarem o ensino secundário, 420 milhões de pessoas poderão sair da pobreza, o que beneficiará várias gerações.

Precisamos de defender e respeitar a igualdade de direitos das raparigas, assim como a sua voz e influência, nas nossas famílias, comunidades e nações. As meninas podem ser poderosos agentes de mudança e nada deve impedi-las de participarem plenamente em todos os aspetos da vida.

Ações de reflorestamento integram dezenas de cidadãos que voltam à Guiné-Bissau

Mais de 125 migrantes participaram no plantio de árvores durante seis meses no leste; atividades marcam primeira fase da reintegração de mais de 500 pessoas retornadas do Níger e da Líbia.

Campanha do Unicef combate falta de apoio a recém-nascidos prematuros e famílias

Iniciativa em Portugal deve ajudar famílias em todo o mundo; todos os anos 2,6 milhões de bebês morrem antes de completarem um mês; cerca de 1 milhão não sobrevivem sequer 24 horas.

CLOSE PROTECTION OFFICER

Level : FS-4
Job ID : 122896
Job Network : Internal Security and Safety
Job Family : Security
Department/Office : United Nations Organisation Stabilization Mission in the Democratic Republic of the Congo
Duty Station : KINSHASA
Staffing Exercise : N/A
Posted Date : 10/8/2019
Deadline : 10/22/2019

No Dia Mundial do Habitat, chefe da ONU destaca gestão de resíduos e reciclagem

Em mensagem, António Guterres falou sobre papel central de cidades e comunidades para se alcançar a Agenda 2030; capitais bem planejadas e inteligentes ajudam com crescimento inclusivo e baixa emissão de carbono.

Development Coordination Officer, Innovation Economist (Kuwait)

Level : P-4
Job ID : 124653
Job Network : Economic, Social and Development
Job Family : Sustainable Development
Department/Office : Resident Coordinator System
Duty Station : KUWAIT
Staffing Exercise : N/A
Posted Date : 10/6/2019
Deadline : 10/20/2019

Crianças suspeitas de integrar grupos armados libertadas na Nigéria 

Exército declarou mais de 1,6 mil menores inocentes de associação a estes grupos desde 2016; Unicef  promete continuar ações para assegurar que todas as crianças afetadas pelo conflito voltem a encontrar suas famílias.

Associate Information and Evidence Officer

Level : P-2
Job ID : 122612
Job Network : Information and Telecommunication Technology
Job Family : Information Management Systems and Technology
Department/Office : Office of the High Commissioner for Human Rights
Duty Station : GENEVA
Staffing Exercise : N/A
Posted Date : 10/4/2019
Deadline : 10/18/2019

Comitê dos Direitos da Criança destaca avanços e preocupações em Portugal

Especialistas das Nações Unidas acolhem mudança na lei de cidadania e criação de nova comissão; também dizem estar preocupados com caída da qualidade de vida de meninos e meninas vivendo em pobreza e com falta de denúncias sobre assédio online.  

Dia Mundial do Habitat

UN Photo/Loey Felipe

O Dia Mundial do Habitat destaca o papel fulcral que as nossas cidades e comunidades desempenham no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Cidades bem planeadas e bem geridas podem ajudar-nos a alcançar um crescimento inclusivo e um desenvolvimento com baixas emissões de gás para a atmosfera.

Por outro lado, uma urbanização rápida e não planeada pode gerar ou agravar muitos problemas, incluindo a crise climática.

Este ano, o Dia Mundial do Habitat foca-se no problema dos resíduos e o potencial das tecnologias de vanguarda em transformá-los em riqueza.     

As soluções começam com pequenos passos que as pessoas podem adotar para alterar o funcionamento das nossas cidades. Precisamos de reduzir a quantidade de resíduos que produzimos e, ao mesmo tempo, começar a considerá-lo como um recurso valioso que pode ser reutilizado e reciclado, inclusive para produzir energia.

As tecnologias de vanguarda podem oferecer respostas melhores e mais baratas para estes desafios quotidianos. Por exemplo, a automação e a inteligência artificial podem ajudar a classificar os resíduos recicláveis ​​com maior eficiência. Com o uso de sensores em embalagens inteligentes podemos ajudar a reduzir o desperdício de alimentos, enquanto outras tecnologias de vanguarda transformam resíduos orgânicos em energia renovável e compostagem. Além disso, novos materiais, como plásticos biodegradáveis ​​avançados, podem reduzir o impacto ambiental.

No entanto, precisamos de investir muito mais se queremos melhorar a gestão de resíduos.

Com as cidades a assumirem a liderança e a utilização generalizada de tecnologias de vanguarda, podemos alcançar grandes avanços no caminho para o desenvolvimento urbano sustentável.

Óleos vegetais e carne sobem de preço, em setembro, marcado por quedas nos laticínios e açúcar

Na média geral, valores da comida estabilizaram-se em todo o mundo se comparado a agosto; FAO aponta queda da demanda de açúcar no Brasil para o uso na produção do etanol.

INTERN – ADMINISTRATION [Temporary]

Level : I-1
Job ID : 122405
Job Network :
Job Family : Internship
Department/Office : United Nations Verification Mission in Colombia
Duty Station : BOGOTA
Staffing Exercise : N/A
Posted Date : 10/3/2019
Deadline : 10/16/2019

Dia Internacional da Não Violência

Escultura da Não Violência, presente na sede da ONU. UN Photo - Michos Tzovaras

Este Dia Internacional da Não Violência marca o 150º aniversário do nascimento de Mahatma Gandhi, o ícone global da paz.

A sua visão continua a estar presente em todo o mundo, como por exemplo, através do trabalho das Nações Unidas para a compreensão mútua, a igualdade, o desenvolvimento sustentável, o empoderamento dos jovens e a resolução pacífica de conflitos.

Numa época turbulenta como a que vivemos, a violência manifesta-se de muitas maneiras, desde as consequências destrutivas da emergência climática até à devastação causada por conflitos armados, passando pelas indignidades da pobreza à injustiça das violações dos direitos humanos ou os efeitos brutais do discurso de ódio.

Tanto no online como no offline, ouvimos uma retórica detestável contra as minorias e aqueles que são classificados como os “outros”. Para enfrentar esse crescente desafio, as Nações Unidas lançaram duas iniciativas de caráter urgente: um plano de ação contra o discurso de ódio e outro sobre a proteção e segurança de locais religiosos. Na semana passada, fiz um apelo global para por em marcha uma década de ação para cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que marcam o caminho para nos afastarmos da violência e nos aproximarmo-nos da paz, da prosperidade e da dignidade num planeta saudável.

Gandhi destacava constantemente a diferença entre o que fazemos e o que somos capazes de fazer. Neste dia internacional, apelo a que façamos tudo o que está ao nosso alcance para diminuir esta diferença e para que consigamos construir um futuro melhor para todos.

Lei que rege habitação como direito humano entra em vigor em Portugal

Lei de Bases da Habitação entrou em vigor esta terça-feira; novas regras protegem crianças, jovens, pessoas com deficiência e idosos; proprietários com casas vazias podem receber multas.