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Guerra na Síria completa 11 anos, com forte apelo de Guterres por uma solução política

Secretário-geral das Nações Unidas lembra das violações aos direitos humanos em larga escala e de um nível de destruição singular na história moderna; ele pede determinação para além da retórica, com a meta de acabar com o confronto e alcançar a paz. 

Revolução digital pode alavancar economia e produtividade agrícola na África Subsaariana 

Estudo da FAO e UIT destaca potencial oferecido pelo uso da internet, redes móveis e economia digital na região; continente continua com um terço da população excluída da banda larga móvel; somente 28% de africanos têm acesso à internet.

Unesco tenta proteger patrimônio cultural da Ucrânia de ataques

Objetivo é salvaguardar locais da destruição diante da inovação russa; agência das Nações Unidas destaca que a comunidade internacional tem a obrigação de ajudar a proteger e preservar prédios históricos e outros tesouros.  

Rússia e Ucrânia estão dispostas a trabalhar com Aiea para evitar acidente nuclear

O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica, Aiea, Rafael Mariano Grossi, esteve nesta quinta-feira com os ministros das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, e da Ucrânia, Dmytro Kuleba.

Após a reunião em Antalya, Turquia, Grossi retornou para Viena, na Áustria e concedeu uma entrevista a jornalistas no aeroporto. Ele explicou que o foco do encontro foi garantir a segurança das instalações nucleares ucranianas.

O reator e o abrigo da unidade 4 danificados em Chernobyl, na Ucrânia. A Aiea foi informada de que os russos estão controlando a usina

© Aiea/Dana Sacchetti

O reator e o abrigo da unidade 4 danificados em Chernobyl, na Ucrânia. A Aiea foi informada de que os russos estão controlando a usina

Evitar acidente nuclear

Segundo o chefe da Aiea, os dois lados concordam que algo precisa ser feito e se mostraram prontos para trabalharem com a agência da ONU na construção de ações para garantir a segurança dos locais. Ele deve apresentar às partes um plano nas próximas horas.

Grossi lembrou que militares russos estão controlando parte do território ucraniano, incluindo instalações nucleares e por isso, a situação pede ações concretas para garantir que as usinas não sejam impactadas.

A meta do chefe da Aiea era estabelecer diálogo direto de alto nível entre os dois países. Ele reconheceu que a reunião trilateral não foi fácil, porém um passo importante.

Rafael Mariano Grossi lamentou a perda de algumas linhas de comunicação que vinham sendo mantidas e permitiam o acompanhamento da situação nas usinas.

Ele afirma que informações importantes dos sistemas de monitoramento e das câmeras de segurança das instalações nucleares da Ucrânia estão sendo perdidas.

O diretor-geral da Aiea reforçou que outro objetivo da agência é prevenir um acidente nuclear.

ONU quer que saúde e proteção sejam prioridade na Ucrânia

OMS e Unfpa destacam a necessidade de garantir acesso dos afetados ao atendimento básico; agências reforçaram preocupação após ataques a maternidade; estima-se que 80 mil partos devem acontecer nos próximos três meses.

Unesco diz que jornalismo está sob ataque como um bem público

Violência matou 450 profissionais da comunicação em cinco anos; novo relatório menciona aprovação de leis nacionais restringindo liberdades de expressão e imprensa; pandemia piorou crise financeira de meios de comunicação. 

Líder da ONU cita impacto econômico da guerra e pede urgência na cooperação internacional

Secretário-geral falou em sessão da Assembleia Geral sobre o relatório Agenda Comum; António Guterres destaca que mundo sofre diversas crises e resposta só será possível por meio de união; sobre o conflito na Ucrânia, chefe das Nações Unidas sublinha que o mundo não pode aumentar os grandes desafios que enfrenta.

Sobre a Conferência dos Oceanos

Os oceanos abrangem 70% da superfície da Terra, são a maior biosfera do planeta e são o lar de até 80% de toda a vida no mundo. Geram 50% do oxigénio que necessitamos, absorvem 25% de todas as emissões de dióxido de carbono e captam 90% do calor gerado por essas emissões. Os oceanos não são apenas “os pulmões do planeta”, mas também o maior depósito de carbono – um amortecedor vital contra os impactos das alterações climáticas.  

Os oceanos alimentam uma biodiversidade inimaginável e produzem alimentos, empregos, recursos minerais e energéticos necessários para a vida no planeta sobreviver e prosperar. Há muito que ainda não sabemos sobre os oceanos, mas há muitas razões pelas quais precisamos de o gerir de forma sustentável – como estabelecido pelo Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 14: Proteger a Vida Marinha. 

A ciência é clara – os oceanos estão a enfrentar ameaças inéditas devido a atividades humanas. A sua saúde e capacidade de sustentar a vida só irá piorar à medida que a população mundial cresce e as atividades humanas aumentam. Se queremos abordar algumas das questões mais marcantes do nosso tempo, tais como as alterações climáticas, insegurança alimentar, doenças e pandemias, diminuição da biodiversidade, desigualdade económica e mesmo conflitos e guerras, temos de agir agora para proteger os nossos oceanos. 

2.ª Conferência dos Oceanos das Nações Unidas 

Reforçar a ação para proteger os oceanos com base na ciência e na inovação para a implementação do Objetivo de Desenvolvimento sustentável 14: Proteger a Vida Marinha – balanços, parcerias e soluções.

A conferência tem lugar num momento crítico, pois o mundo procura resolver muitos dos problemas profundamente enraizados nas nossas sociedades e evidenciados pela pandemia da covid-19. Para mobilizar a ação, a Conferência procurará impulsionar as muito necessárias soluções inovadoras baseadas na ciência, enraizadas nos ODS, destinadas a iniciar um novo capítulo na ação global pelos oceanos. 

As soluções para um oceano gerido de forma sustentável envolvem tecnologia verde e usos inovadores dos recursos marinhos. Incluem também as ameaças à saúde, à ecologia, à economia e à governação dos oceanos – acidificação, lixo marinho e poluição, pesca ilegal, não declarada e não regulamentada, e a perda de habitats e biodiversidade. 

Liderança 

Os Governos de Portugal e do Quénia coorganizam a Conferência dos Oceanos.  

Liu Zhenmin, subsecretário-geral das Nações Unidas para os Assuntos Económicos e Sociais, será o secretário-geral da Conferência, e Miguel de Serpa Soares, subsecretário-geral para os Assuntos Jurídicos, será o conselheiro especial dos presidentes da Conferência dos Oceanos. 

 

Embaixador Peter Thomson, enviado especial do secretário-geral das Nações Unidas para os Oceanos 

Em 2017, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, nome ou o Embaixador Peter Thomson das ilhas Fiji como seu enviado especial para os Oceanos, com o objetivo de galvanizar esforços para acompanhar os resultados da Conferência dos Oceanos de 2017, e continuar a promover a ação para conservar e utilizar de forma sustentável os oceanos, mares e recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável.

 

Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 14: Proteger a Vida Marinha 

Adotado em 2015 como um elemento fundamental da Agenda para o Desenvolvimento Sustentável de 2030 em conjunto com os outros 17 objetivos de desenvolvimento sustentável, o Objetivo 14 sublinha a necessidade de conservar e utilizar de forma sustentável os oceanos, mares e recursos marinhos do mundo.  

O progresso do Objetivo 14 é orientado por metas específicas que se centram numa série de questões dos oceanos, incluindo a redução da poluição marinha, a proteção dos ecossistemas marinhos e costeiros, a minimização da acidificação, o fim da pesca ilegal e excessiva, o aumento do investimento no conhecimento científico e na tecnologia marinha e o respeito pelo direito internacional que apela à utilização segura e sustentável do oceano e dos seus recursos. 

 

A Década das Ciências dos Oceanos para o Desenvolvimento Sustentável  2021-2030

A grande maioria dos oceanos permanecem por explorar – não observados e inexplorados. A nossa compreensão do oceano e a sua contribuição para a sustentabilidade depende, em grande parte, da nossa capacidade de analisar e compreender os oceanos cientificamente – através da investigação e observações sustentadas, apoiadas por infraestruturas e investimentos adequados. 

A Década das Ciências dos Oceanos para o Desenvolvimento Sustentável fornece uma estrutura para assegurar que a ciência marinha possa apoiar plenamente as ações dos países para gerir de forma sustentável os oceanos e, mais particularmente, para alcançar a Agenda para o Desenvolvimento Sustentável de 2030 – através da criação de uma nova base, através da interface ciência-política, para reforçar a gestão do oceano e das zonas costeiras em benefício da humanidade. 

Estudo apoiado pela ONU foca em quebrar o elo entre drogas ilícitas e redes sociais

Comitê Internacional para Controle de Narcóticos está pedindo aos governos mais ação para a regulamentar plataformas que promovem comportamento negativo ligado ao consumo de drogas e tentam aumentar vendas de substâncias controladas.

Ação climática: Das mulheres, para as mulheres

@UN Women/Amanda Voisard

As mulheres, as raparigas e as comunidades marginalizadas são os grupos mais afetados pelas alterações climáticas e devem ser integrados concepção e na implementação das ações climáticas para assegurar que todos possam usufruir igualmente dos benefícios destas ações. 

Porque é que as mulheres precisam de estar no centro da ação climática? 

As mulheres possuem conhecimentos únicos e vivem experiências singulares, particularmente a nível local e regional. Por isso, a sua integração na criação de soluções e medidas no combate às alterações climáticas é crítica. Só através desta integração é que poderemos alcançar uma ação climática eficaz. Um estudo de 2019 concluiu que o aumento na representação das mulheres nos parlamentos nacionais leva à adoção de políticas climáticas mais rigorosas, e subsequentemente, a um número inferior de emissões. A nível local e regional, a participação das mulheres na gestão dos recursos naturais está associada com uma melhor governação e conservação de recursos. 

O maior acesso das mulheres aos recursos produtivos, como a terra e a água, pode aumentar a produção agrícola e a segurança alimentar e reduzir as emissões de dióxido de carbono. Se todas as mulheres agricultoras tivessem acesso a recursos produtivos de forma igualitária, os seus rendimentos agrícolas aumentariam entre 20 e 30%, e 100 a 150 milhões de pessoas deixariam de passar fome. Ao aumentar os rendimentos agrícolas podemos reduzir a pressão para desflorestar mais terras e reduzir as emissões.  

No ambiente de trabalho, a liderança das mulheres está associada com uma maior transparência em relação ao impacto climático. As empresas com altas percentagens de mulheres nos conselhos de administração têm tendência a ter uma divulgação de informações sobre as emissões de carbono transparente. 

Uma ação eficaz e coletiva contra as alterações climáticas exigirá grandes mudanças na forma como produzimos e medimos o valor económico. Ao afastarmo-nos das práticas extrativas e economias de combustíveis fósseis criamos uma oportunidade para o desenvolvimento de novos empregos e da requalificação das mulheres trabalhadoras. Aumentar o investimento no setor de cuidados de saúde é uma forma eficaz de mudar o nosso foco para o bem-estar coletivo e reforçar as economias sem aumentar as emissões. 

Adicionalmente, a saúde e os direitos sexuais e reprodutivos são essenciais para a igualdade de género na ação climática. Ao reforçar os sistemas de saúde para satisfazer a atual procura de serviços de saúde sexual e reprodutiva, as nações podem salvaguardar os sucessos recentes na conservação do ambiente e da biodiversidade, na adaptação à mudança climática, nas melhorias climáticas na saúde, na educação e na igualdade de género.

@UN Women/Rena Effendi.
Como é que se coloca a igualdade de género no centro das soluções climáticas?  

As soluções climáticas têm de melhorar e investir na recolha e desenvolvimento de estatísticas e dados focados no género para enfatizar a relação género e clima, fortalecer o reconhecimento dos direitos agrários, promover soluções sustentáveis lideradas e centradas nas mulheres, particularmente soluções focadas nas questões e preocupações indígenas e regionais, como na gestão de recursos locais e produção alimentar regional e indígena.  

@UN Women/Jerónimo Villarreal.

No ecossistema páramo nos Andes equatorianos, as mulheres indígenas estão a utilizar a produção agrícola sustentável e a gestão da paisagem para restaurar o ecossistema frágil que após anos de desertificação e sobreprodução, deixou grandes extensões de terra árida e infértil. Os esforços ambientais liderados pelas mulheres estão também a desfazer os estereótipos de género e a motivar as mulheres a contribuírem para as decisões tomadas nas suas comunidades. “O projeto páramo mostra-nos que sem as mulheres, não é possível falar de soluções para as alterações climáticas e para o desenvolvimento sustentável”, diz a Representante das Mulheres da ONU no Equador, Bibiana Aido. 

@RAEng/GGImages/Alissa Everett.

E por fim, as soluções climáticas devem adotar uma abordagem ao financiamento que responda às questões de género. “As ações lideradas pelas mulheres precisam de ser suficientemente e igualmente financiadas para alcançar uma transição justa e verde”, diz Norah Magero, engenheira mecânica e especialista em energias renováveis do Quénia com experiência na concepção e gestão de tecnologias energéticas.  

Para um futuro mais sustentável, temos de investir e promover tecnologias que melhorem as fontes de energia renovável e apoiar a participação das mulheres no desenvolvimento e uso destas novas fontes de energia. É preciso “reconhecer, aplaudir, publicar e aplaudir as mulheres corajosas que têm defendido e promovido constantemente medidas de ação climática justas e focadas no género”, diz Magero. 

O que é que tu podes fazer para apoiar os esforços de ação climática pelas mulheres, para as mulheres? 

O alcance e a escala do impacto das alterações climáticas podem ser assustadores, mas as tuas palavras e ações podem resultar em mudanças verdadeiras na tua comunidade.  

@UN Women/Joe Saad.

Podes apoiar o trabalho das organizações locais, empresas e cooperativas lideradas por mulheres que são ativas na ação climática. Ou podes usar a tua voz e o teu voto para responsabilizar os líderes políticos e pressionar-lhes a fazerem compromissos e tomarem ações que construam um futuro equitativo e duradouro. 

Dá poder e uma plataforma à próxima geração de guerreiras ambientais ao leres e partilhares as histórias e o trabalho das mulheres e raparigas que lutam ativamente contra as alterações climáticas. Usa a hashtag #DIM2022 para te juntares à conversa nos meios de comunicação social, e para partilhares como apoias os esforços contra a ação climática feitos pelas mulheres e para as mulheres. 

Dia Internacional das Juízas é celebrado pela primeira vez

Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou a data em 2021; agenda reafirma compromisso com Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 5, que busca igualdade de gênero.

Dois terços das famílias com crianças perderam rendimentos na pandemia

Análise do Unicef e Banco Mundial cobre 35 países; um quarto dos agregados afetados ficaram sem alimentos por pelo menos um dia; falta de dinheiro levou a cortar uma refeição em quase metade desses domicílios; 356 milhões de menores já viviam na pobreza extrema no início da Covid-19.

Agência da ONU faz parceria com Airbnb para alojar refugiados da Ucrânia

Objetivo é abrigar famílias que fogem para Polônia, Moldávia, Romênia, Hungria e Eslováquia; mais de 2 milhões de pessoas já fugiram do conflito, enquanto mais de 500 civis foram mortos em território ucraniano.  

OMS divulga diretrizes para melhorar segurança em abortos

Agência destaca que poderiam ser evitadas quase todas as mortes causadas por complicações no procedimento feito de forma inadequada; todos os anos, 39 mulheres morrem ou são hospitalizadas após intervenções inseguras; barreiras políticas também devem ser eliminadas para garantir acesso aos cuidados necessários.

Em dois anos de pandemia, ONU alerta para entrega “escandalosamente desigual” de vacinas

Mais de seis milhões de pessoas já morreram em todo o mundo desde que a pandemia foi declarada em 11 de março de 2020.

O secretário-geral das Nações Unidas alertou que seria um “erro grave” pensar que a crise acabou.

Vacina

Em mensagem, António Guterres considera preocupante que cerca de 3 bilhões de pessoas ainda estejam aguardando pela primeira dose da vacina.

O chefe das Nações Unidas ressalta que, há dois anos, a vida das pessoas ao redor do mundo foi interrompida pelo vírus.

Solidão causada pelo isolamento social durante a pandemia fez aumentar casos de ansiedade e depressão.

Foto: © UNICEF

Solidão causada pelo isolamento social durante a pandemia fez aumentar casos de ansiedade e depressão.

Ele destaca que a expansão rápida e implacável em todos os cantos do mundo, “parando economias, sufocando redes de transporte e cadeias de suprimentos, fechando escolas, separando pessoas de seus entes queridos e mergulhando milhões de pessoas na pobreza”.

António Guterres indica que o coronavírus foi a motivação tomar medidas de saúde pública sem precedentes e a desenvolver e enviar vacinas de forma extraordinariamente rápida permitindo que muitas partes do mundo pudessem controlar o problema.

Casos e mortes

Pelo menos 446 milhões de casos e mais de 6 milhões de mortes foram registrados desde o início da pandemia, havendo uma quantidade “incontável de pessoas lutando com a piora da saúde mental”.

Outro motivo de apreensão do chefe da ONU é o que chama de distribuição “escandalosamente desigual” de imunizantes.

Guterres considera preocupante que cerca de 3 bilhões de pessoas ainda estejam aguardando pela primeira dose da vacina

UN Video

Guterres considera preocupante que cerca de 3 bilhões de pessoas ainda estejam aguardando pela primeira dose da vacina

Já diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, OMS, lamentou o fato de o vírus ainda estar evoluindo e aparecendo em algumas partes do mundo.

Tedros Ghebreyesus declarou pandemia seis semanas depois da doença ter sido elevada a emergência de saúde pública de interesse internacional, em 30 de janeiro de 2020. A descoberta da Covid-19 foi notificada pela China e fora do país havia menos de 100 casos e nenhum óbito.

Efeito 

Para o chefe da OMS,  embora os casos e as mortes globais estejam diminuindo e vários países tenham levantado as restrições, a pandemia está longe do fim.

O diretor da agência da ONU destacou que a crise não terminará em nenhum lugar até que termine em todos.

Na semana passada, a região do Pacífico Ocidental notificou mais 46% de novos casos, ou um total de 3,9 milhões de infectados.

OMS destaca momento monumental na luta contra a doença

Unicef/Jake Verzosa

OMS destaca momento monumental na luta contra a doença

A evolução é acompanhada por “obstáculos na distribuição de vacinas, testes e tratamentos em todos os lugares em que são necessários”.

Capacidade

Tedros Ghebreyesus fez um alerta sobre a recente queda nas taxas de testes efetuados “que deixou o planeta às cegas em relação ao efeito da Covid-19”.

Com a dificuldade foi reduzida a “capacidade de ver onde o vírus está, como está se espalhando e como está evoluindo”.

Em nível global, o total de novos casos diminuiu 5%, enquanto o número de mortes caiu 8% comparado à semana anterior.